Transporte de carga terrestre: como funciona o seguro?

05/ 05/ 2020

Você sabe como funciona o seguro do transporte de cargas terrestres para as transportadoras? Bom, na verdade, a contratação de um seguro de cargas é muito importante, principalmente porque garante o cumprimento da legislação, gera mais segurança e a certeza de que, caso ocorra algum prejuízo em virtude de sinistros, os valores serão ressarcidos e os danos reparados aos clientes.

No entanto, é preciso entender quais são as modalidades do seguro. E é justamente isso que este artigo vai abordar.

Acompanhe!

Quais são os seguros de carga de responsabilidade do transportador rodoviário?

Existem dois tipos de seguro no transporte de cargas terrestre: o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de carga (RCTR-C) e o seguro facultativo (RCF-DC).

Mas o que isso quer dizer?

Seguro Obrigatório

Conforme os decretos nº 73/1966 e nº 61.867/1967, o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de carga (RCTR-C) é obrigatório para transportadoras.

Este seguro acoberta prejuízos causados aos produtos transportados, quando há acidente rodoviário envolvendo o veículo, como, por exemplo:

  • Colisão;
  • Capotagem;
  • Incêndio/Explosão do veículo durante o transporte;
  • Incêndio/Explosão durante a permanência das mercadorias em armazéns utilizados pela transportadora;
  • Tombamento;

Seguro Facultativo

O que é seguro RCF-DC? É a abreviação para a expressão: Responsabilidade Civil Facultativa por desaparecimento/desvio de carga.

O seguro facultativo, como o próprio nome diz, não é obrigatório, porém é usualmente contratado pelas empresas de transporte de cargas.

Sua cobertura é válida quando ocorre o desaparecimento da carga, juntamente com o veículo, mediante grave ameaça, por motivos como:

  • Roubo;
  • Furto;
  • Sequestro;
  • Apropriação indébita

É importante ressaltar que as apólices de seguro exigem das transportadoras de carga o gerenciamento de risco para cada tipo de mercadoria.

O ressarcimento é feito conforme o valor declarado em Nota Fiscal.

Gerenciamento de Risco

O seguro é fundamental e garante a indenização no caso de algum sinistro. No entanto, ele não é a única maneira de proteger a carga.

Para que o seguro tenha cobertura da carga, a empresa responsável pelo transporte deverá avaliar as características das mesmas e cumprir com os procedimentos da apólice, que pode ser desde um caminhão monitorado, até mesmo a necessidade de escolta.

Contratar uma transportadora com experiência no assunto, munida de equipamentos tecnológicos, sistema de monitoramento, rastreamento remoto e planejamento da rota, pode reduzir bastante as chances de extravios.

Além disso, outros aliados importantes aos recursos tecnológicos são a prudência do motorista e a manutenção da frota, que, por sinal, são fatores essenciais para diminuição de problemas e acidentes.

Por isso, antes de contratar uma transportadora para carregar seus bens, avalie se ela segue esses parâmetros listados acima.

Afinal, com todos os desafios enfrentados no transporte de mercadorias no país, é imprescindível se proteger e buscar minimizar os danos e os riscos aos quais a modalidade é expostas.

Qual o prazo para receber a indenização do seguro para cargas?

O prazo médio para pagamento da indenização é de 30 dias. Este prazo varia de acordo com o contrato de cada empresa.

Porém, o período começa a ser contado somente a partir do momento em que a documentação prevista na apólice é entregue à seguradora.

Existem diferenças entre seguro de transporte de cargas e do veículo?

Esta é uma dúvida comum na hora de contratar um seguro. Porém, é importante que o consumidor entenda que o seguro do transporte de cargas terrestre protege apenas os produtos transportados.

 Já para o cuidado do veículo, é preciso contratar um seguro para automóvel.

Pois na iminência de um roubo do caminhão com cargas, caso ambos não sejam recuperados, você só receberá indenização equivalente ao que você contratou na apólice.

Ou seja, se contratou seguro de cargas, vai receber o valor referente às cargas, mas não terá indenização em relação ao veículo.

Gostou de saber quais são os tipos de seguro do transporte de cargas terrestre? Veja mais em nosso blog!

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Como as transportadoras cobram o frete? Saiba quais são as principais variáveis que impactam na composição do frete

O transporte de mercadorias é algo fundamental para as empresas, indústrias e comércio. Através dele, é possível alcançar clientes em diversas localidades, sendo indispensável para o crescimento do negócio. Porém, os custos inerentes desse serviço nem sempre são fáceis de serem visualizados, sendo seus cálculos dependentes de diversos fatores e variáveis. Com isso, esse post visa trazer informações e conceitos importantes que fazem parte da composição do cálculo do frete, para que você possa entender melhor como tudo é realizado, facilitando o entendimento e permitindo que o seu planejamento de transporte seja feito de forma mais eficiente, evitando gastos desnecessários.


Cálculo do Frete
O cálculo do frete é composto por diversos fatores. Dentre eles, é necessário verificar em qual modalidade de transporte sua carga irá se enquadrar. Além disso, o peso, volume, origem, destino, valor da mercadoria dentre diversos outros fatores impactam diretamente no valor do
frete que será cobrado.

A seguir, mostraremos as modalidades de transportes mais utilizadas no mercado, bem como as variáveis que impactam no valor cobrado pelas transportadoras.


Modalidades de Transporte
Dedicada
A carga dedicada, ou então a fechada, é aquela em que o transporte se realiza em praticamente três etapas: Coleta, transferência e entrega. Nesta modalidade, a carga é coletada no fornecedor e entregue diretamente no destinatário, havendo somente a carga do contratante.


Fracionado
O transporte de carga fracionada é aquele no qual as mercadorias ocupam frações da capacidade total do veículo. Neste modelo, as transportadoras consolidam cargas de diversos clientes em um mesmo veículo, visando utilizar ao máximo a capacidade do caminhão. Diferentemente das cargas dedicadas e fechadas, no fracionado, a carga passa por mais etapas, consequentemente, necessita de um tempo maior para ser entregue.


Subcontrato
O subcontrato normalmente ocorre quando há trechos em que a transportadora não possui rotas frequentes, porém, consegue realizar o serviço com transportadoras parceiras. Essa prática é similar a uma terceirização, porém, é a transportadora que se responsabiliza por toda a gestão envolvida no processo.


Redespacho

O redespacho é muito similar ao subcontrato, com a diferença que a transportadora realiza uma etapa do transporte, recolhendo a mercadoria no remetente e contratando uma transportadora para realizar a entrega final da carga. Isso ocorre quando a transportadora não atende a totalidade do percurso, sendo necessário que haja a contratação de outra empresa para finalizar a rota. Esta é um procedimento muito importante para as empresas de transporte, pois permite com que ela faça parceria com outras empresas, permitindo aumentar a sua área de atuação.


Variáveis que impactam no valor do frete:
Distância
A distância é um fator extremamente importante para o cálculo do frete. Quanto maior a distância, maior será o tempo dedicado para a realização do transporte, podendo ser realizados em várias etapas. Esses fatores resultam em um maior trabalho para a transportadora, consequentemente, aumentando seus gastos.


Peso da carga
Os veículos de transporte possuem capacidade limitada. O peso da mercadoria influencia diretamente na quantidade de carga que poderá ser transportada em um caminhão. Além disso, quanto mais peso o veículo transporta, maiores são os desgastes do veículo e seu consumo de combustível. Sendo assim, é um fator crucial para a determinação do valor do frete.


Cubagem
Algumas mercadorias não possuem grandes pesos, porém, ocupam muito espaço no veículo. Dessa forma, mercadorias volumosas ocupam um espaço que poderia ser utilizado por diversas outras cargas que possuem um volume menor, porém mais pesadas. Para corrigir e tornar o cálculo mais justo, é aplicado o que no transporte é chamado de cubagem.


A cubagem visa converter o volume do caminhão em peso. Para isso, diversas transportadoras utilizam o fator de conversão da forma em que uma mercadoria de 300kg é equivalente a um espaço de 1 m³, podendo variar de uma transportadora para outra.
Ou seja: Se sua mercadoria possui 100 kg, mas a sua medida é de 1m x 1m x 1m, a transportadora irá considerar que ela possui 300 kg
De forma geral, para saber a cubagem da sua carga basta fazer a seguinte multiplicação: Altura (m) x Largura (m) x Profundidade (m) x Quantidade de volumes x Fator de conversão (normalmente 300kg).
O peso a ser utilizado será aquele que apresentar o maior valor entre a cubagem e o peso real.


Valor da Nota Fiscal

O valor da Nota Fiscal é importante ao se calcular o frete, pois ao embarcar mercadorias, as transportadoras contratam o seguro para a carga, que são calculados através do valor da nota fiscal. Além disso, dependendo do seu valor, pode ser necessária a contratação do serviço de escolta, que acompanhará o veículo durante todo o percurso, aumentando o
valor que será cobrado pelo frete.


Local de Coleta e Entrega
Podemos dividir o transporte em basicamente 3 etapas: Coleta, transferência e entrega. Porém, em alguns casos, é possível que o cliente entregue a mercadoria na unidade da transportadora. Essa é uma alternativa que traz maior agilidade no embarque das mercadorias. Porém, há casos em que a coleta e/ou entrega sejam de difícil acesso, ou então demandam muito tempo para realização do serviço, tais como fila de espera, agendamento de horário de carga e descarga, locais de difícil acesso para veículos pesados, dentre diversos outros fatores. Nestes casos, normalmente aplicam-se taxas de
dificuldade de coleta ou entrega, comumente chamadas de TDA (Taxa de Dificuldade de
Acesso) e TDE (Taxa de Dificuldade de Entrega). Estes valores variam de empresa para empresa, porém, é algo a ser considerado na composição do frete.


Taxas
De forma geral, além dos valores resultantes do peso da mercadoria e da distância em que ela irá percorrer, o frete ainda pode ser acrescido de algumas taxas, sendo as principais:
● TDA, TDE, TDC e TRT – Taxa de dificuldade de acesso, entrega, coleta e restrição de transito, respectivamente. Serão cobradas quando houverem situações em que há filas de entrega/coleta, serviços fora do horário comercial, locais com restrição de trânsito, dentre outros.
● Taxa de Paletização – É cobrada quando a transportadora é exigida a paletizar a carga quando a mesma vem solta do fornecedor.
● Taxa de armazenagem – É uma taxa cobrada quando o remetente ou destinatário solicita que a mercadoria fique armazenada no galpão da transportadora por um período além do prazo de entrega.
● Gerenciamento de Risco (GRIS) – Taxa cobrada para proteger a carga de furto ou roubo, geralmente aplicado sobre o valor total da nota fiscal.
Desta forma, podemos concluir que o cálculo do frete é composto por diversos fatores, porém, se bem planejado, é possível minimizar os custos.


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Gestão de Materiais e Logística: Por que fazer?

Já pensou você chegando em sua empresa, para um dia normal de trabalho e não ter papel para imprimir um contrato? E se faltar aquele material que é extremamente importante para a produção daquele pedido enorme que sua empresa recebeu? Esses são apenas pequenos exemplos de problemas que podem ser gerados pela falta de gestão de materiais.

Toda empresa tem necessidades do consumo de suprimentos. Desde materiais de escritório, até insumos e matérias-primas essenciais para a produção. A falta de materiais pode impactar de forma muito significativa nas atividades cotidianas, além de poder gerar grandes perdas e prejuízos para a empresa.

Visando minimizar tais problemas, a Gestão de Materiais tem como objetivo não somente ter a certeza de que todos os materiais estarão disponíveis, mas também a se planejar financeiramente e logisticamente, ajudando a alcançar o tão almejado equilíbrio econômico.

Os 3 Pilares da Gestão de Materiais

Podemos dividir a Gestão de Materiais em 3 principais pilares:

Gestão de Compras:

Assim como a maioria das empresas investem e fazem diversos treinamentos em vendas, o mesmo deve ser aplicado nas compras. A compra de materiais é parte vital para o pleno funcionamento das atividades diárias, além de ter grande impacto econômico nos cofres da empresa.

Para que se tenha sucesso nessa atividade, é necessário que se tenha uma gestão precisa. O momento da compra deve ser estipulado de acordo com a demanda, diversas vezes guiadas pelo estoque da empresa. Estoques baixos geram riscos altos de falta de produtos e insumos, porém, um grande volume estocado gera um custo muito alto de armazenagem para a empresa. É necessário determinar o momento certo para que seja efetuada a compra, visando manter insumos suficientes para o funcionamento pleno e que seja suficiente para suportar a produção até o próximo pedido chegar de fato.

A gestão de compras está diretamente ligada a gestão de estoques e logística, pois é a partir destes dois que será definido o momento ideal de compra, além da quantidade de material que deverá ser adquirido.

Gestão de Estoque:

A gestão de estoque é responsável por manter o estoque necessário para que haja materiais a disposição para uso. Além disso, é necessário um contato muito próximo com os setores requisitantes, pois é através desse alinhamento que será definido o nível ideal de estoque de cada produto, o período em que esse estoque será suficiente e quando deverá ser realizada o pedido de compra.

Diversas empresas utilizam softwares que auxiliam no controle de entrada e saída de materiais, gerando dados precisos da real situação do estoque. Porém, controles sem o uso de softwares também são possíveis. O mais importante é que se tenha o controle de todos os materiais que entram e saem da empresa. Esses dados são fundamentais para que a estratégia de estoque seja bem-sucedidas.

Gestão de Logística e Distribuição:

A gestão de logística e distribuição é responsável por realizar o controle físico dos materiais, estocagem, gestão de armazéns e distribuição. Sendo assim, é de responsabilidade da logística determinar o local de armazenamento, a organização inteligente e endereçamento desses produtos de forma a deixá-los mais acessíveis, visando minimizar tempo de locomoção, transferências e localização. Além disso, também é necessária uma gestão voltada para a distribuição eficiente dos produtos até ao cliente, visando manter sempre a organização dos estoques, separação dos pedidos de acordo com as rotas de entrega, entre outros.

Procedimentos Práticos para implementação

Organizar Produtos

Muitos problemas ocorrem devido à falta de organização do estoque. Isso pode ocasionar perdas de mercadorias, dificuldades na localização e controle, aumentando as chances de erros acontecerem.

Para evitar que isso ocorra, algumas atitudes simples podem ser implementadas:

  • Criar endereços nos estoques e identifica-los visualmente, para que as mercadorias sejam estocadas sempre no mesmo local, facilitando sua localização;
  • Separar os itens por categoria, utilizando etiquetas e código de barras para identificação dos produtos. Isso permite a implementação de registros de forma automática, auxiliando na localização e rastreamento da mercadoria;
  • Definir o local dos produtos de acordo com o tamanho e peso, visando facilitar o manuseio. Não é aconselhável colocar caixas pesadas em locais altos, por exemplo;
  • Manter o local limpo;
  • Fornecer espaço suficiente para que as mercadorias sejam alocadas de forma segura e adequada.

Controle de Estoque

Os materiais que entram na empresa precisam ser controlados. Se houver uma compra de 300 lápis, é fundamental registrar todas as unidades. É o registro que irá mostrar a fotografia da quantidade disponível de determinado material naquele momento. Caso não haja esse registro, ou ele seja feito de forma equivocada, haverá risco inerente de falta de material e/ou compra em excesso, gerando prejuízos financeiro.

O controle de estoque, quando bem realizado, auxilia na definição do momento e na quantidade correta a ser comprada, gerando impactos positivos não só financeiramente, mas também na produtividade e execução das tarefas de toda a empresa, pois diminuiria muito as ocorrências de faltas de insumos e compras emergenciais com valores sabidamente mais altos.

Planejamento de Compras

A compra de materiais é algo indispensável em qualquer empresa. É ela que fornece insumos para produção, materiais para uso diários, dentre tantos outros. Para que seja executada de forma eficiente, é importante que haja um planejamento. Para isso, precisamos levar em consideração alguns fatores: O primeiro é o nível de estoque. Através dele que será indicado quando e quanto comprar. Em segundo lugar, é necessário que haja um planejamento financeiro. Fatores como prazo de pagamento, dia de vencimento e etc. são importantes para que os gastos sejam controlados e estejam de acordo com o capital disponível pela empresa. Por último, é necessário o planejamento de espaço físico para recebimento e armazenamento da mercadoria. Falhas nesse ponto podem ocasionar a recusa de entrega, comprometendo as atividades da empresa.

Relacionamento com Parceiros

O bom relacionamento com clientes e fornecedores é uma prática que gera grandes benefícios. Um relacionamento transparente e justo ajuda na negociação de prazos, vencimentos, além de poderem ser fundamentais na participação da solução situações não programadas, sem comprometer a credibilidade de sua marca.

Atividades do profissional de Gestão de Materiais

O profissional que atua na Gestão de Materiais, de forma geral, atua no controle, armazenamento e distribuição dos materiais, como:

  • Seleção de fornecedores;
  • Controle de estoque, gerindo entrada e saída de materiais;
  • Emissão da ordem de compra;
  • Definição de estoques mínimos e máximos;
  • Realização de inventário;
  • Gerenciamento dos Almoxarifados

Importância da Logística na Gestão de Materiais

O Brasil é um país com proporções continentais. Com isso, nem sempre o seu fornecedor ou cliente estará próximo de onde você está localizado. Além do tempo gasto na produção, é necessário levar em consideração o tempo que será necessário para que a mercadoria seja transferida do seu fornecedor até a sua empresa ou até ao cliente. A escolha de uma transportadora que possua experiência no mercado, prazo e qualidade no serviço prestado é algo fundamental para auxiliar em uma gestão de materiais eficiente. Com isso, evita-se a necessidade de contratação de transportes de última hora, gerando maiores gastos para a sua empresa. Porém, nessa escolha, é importante que a transportadora, além de enviar cargas em um prazo que atenda a necessidade de sua empresa em situações normais, também ofereça o serviço de transporte expresso e dedicado, garantindo que tanto as vendas de mercadorias, quanto compras de suprimentos, sejam entregues em um curto período de tempo, mesmo em situações em que ocorram problemas inesperados.

Seja em situações cotidianas, ou em momentos em que há urgências de entregas, nós, da Picorelli, estamos preparados para oferecer tanto o transporte dedicado, quanto o fracionado, garantindo qualidade, agilidade e segurança para suas cargas. Ficou interessado? Entre em contato conosco!



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