O que é frete CIF E FOB?

12/ 02/ 2020

Definir quem arca com os custos e responsabilidades é fundamental quando se pensa no serviço de gestão de frete. Afinal, por ser uma operação que contém riscos, qualquer descuido pode gerar prejuízo financeiro. 

E os conceitos dos fretes CIF e FOB ajudam a definir, principalmente, de quem é a responsabilidade pelo transporte.  

Pode ser que você nunca tenha escutado ou lido sobre alguma dessas siglas, mas elas estão presentes no seu dia a dia, principalmente se você que faz compras online, por exemplo. 

Por isso, desenvolvemos esse post para te ajudar a descobrir o que é frete CIF e FOB, como funcionam e outras questões. Continue lendo o artigo! 

O que é frete CIF e FOB? 

As siglas são derivadas do inglês e possuem origem na operação de transporte marítimo. São termos utilizados para definir de quem é a responsabilidade do pagamento do frete. 

 Frete CIF – Cost, Insuranse and Freight, que em português significa custo, seguro e frete. Ou seja, o remetente (embarcador do produto) tem a responsabilidade de custear o frete e garantir que a mercadoria chegue ao seu destino. 

Frete FOB – Free On Board, na tradução literal quer dizer “livre a bordo”. Neste caso, o remetente só é responsável pelos produtos até o momento em que são coletados ou despachados para o consumidor final.

Como funciona? 

CIF

Nessa modalidade, o remetente da carga é o responsável por custear toda a operação de entrega. Ou seja, é ele que vai pagar os valores do frete CIF, assim como o do seguro da mercadoria.  

Os gastos referentes ao frete e ao seguro das mercadorias já são inclusos no preço de venda, que é repassado ao comprador (destinatário). 

FOB

No caso do frete FOB é diferente. É o cliente quem realiza o pagamento do frete e do seguro das mercadorias enviadas, ou seja, é ele quem assume os riscos e custo do transporte. 

Normalmente, o pagamento costuma acontecer quando o cliente recebe o produto. Também existe a possibilidade de ele negociar uma data para pagamento junto à transportadora, mas isso depende de alguns fatores, como, por exemplo, se ela já presta esse tipo de serviço para ele há algum tempo. 

Um exemplo que você já deve ter visto do frete FOB é o “Frete a pagar” dos Correios.  

Independentemente do responsável por contratar a transportadora ser o remetente ou destinatário, é quem recebe o produto em mãos que vai pagar o custo da operação, ou seja, o cliente final é quem paga o frete.

Quando usar cada frete? 

CIF

O frete CIF é mais comum em negócios business to consumer (B2C), isto é, operação entre empresa e consumidor final ou também em transações que envolvem um grande volume de remessas para clientes diferentes. 

 Normalmente, por se tratar de um embarcador com movimentação frequente, o CIF se torna a melhor opção, visto que se costuma ter uma negociação diferenciada com a transportadora. O valor do produto fica um pouco mais caro para o cliente, uma vez que os custos da operação estão embutidos no preço da venda. 

O frete CIF isenta o destinatário das responsabilidades do transporte. No entanto, o comprador adquire um status passivo, ou seja, ele não participa de nenhuma das decisões do processo de remessa ou negociação sobre prazo de entrega.

Caso aconteça algum contratempo durante o transporte, por exemplo, o destinatário deve entrar em contato com o fornecedor e esperar que ele solucione o ocorrido.

Além de gerar transtornos para quem está esperando o produto, também ocasiona prejuízos para as empresas envolvidas. 

Por isso, é importante contratar fornecedores confiáveis, além de analisar alguns indicadores que mostrem que o prestador de serviço é capacitado.

FOB

O FOB é mais utilizado em entregas do tipo business to business (B2B), principalmente quando se trata de cargas de alto valor agregado ou com custo de frete muito alto.  

Por exemplo, é muito comum que empresas que compram com frequência produtos de diferentes fornecedores, optem por transportadoras de confiança, que coletam os materiais diretamente com os fornecedores. 

Qual a diferença entre frete CIF e FOB?

Como você já sabe, a principal diferença entre CIF e FOB acontece no momento da cobrança pelos custos, seguro e riscos do frete. 

No CIF, o fornecedor é o responsável pela segurança dos produtos até a entrega ao destinatário

Enquanto no frete FOB, o contratante do serviço de entrega é o encarregado pelos custos de segurança da carga

Veja abaixo um resumo dessas informações: 

Frete CIF 

  • Contrato de transporte de carga entre um comprador e um vendedor; 
  • Pago pela empresa que fornece o produto; 
  • Fornecedora também é responsável pela mercadoria; 
  • A mercadoria só é considerada entregue quando chega às mãos do comprador

Frete FOB

  • Contrato de transporte de carga entre um comprador e um vendedor; 
  • Custos do transporte pago pelo contratante (destinatário final); 
  • Destinatário é responsável pela mercadoria;

Custo de cada frete

A maneira como os custos são divididos e especificados varia para cada tipo de transação. 

Como o valor do frete já está embutido no valor da mercadoria, o preço repassado ao cliente é um só. 

Por isso, no que diz respeito ao ICMS, o fornecedor tem a opção de informar que o frete é do tipo CIF e especificá-lo na nota fiscal. 

Portanto, ele pode se comprometer a não gerar custos adicionais ao cliente, custeando o frete. Ou, se preferir, pode cobrar separadamente e informar na nota fiscal. 

Já o frete FOB, que é contratado pelo comprador, não está embutido no preço da mercadoria.  

Monitoramento

Independente da modalidade negociada, a transportadora possui responsabilidade sobre a entrega e segurança das mercadorias. Por isso, é interessante contar com um sistema de rastreamento para acompanhar sua carga.

 A Picorelli conta com sistema de rastreamento online que facilita a informação para você! Acesse: https://www.picorelli.com.br/rastreamento-online/.

Ficou com alguma dúvida sobre a diferença entre CIF e FOB? Deixe uma mensagem pra gente!

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Como as transportadoras cobram o frete? Saiba quais são as principais variáveis que impactam na composição do frete

O transporte de mercadorias é algo fundamental para as empresas, indústrias e comércio. Através dele, é possível alcançar clientes em diversas localidades, sendo indispensável para o crescimento do negócio. Porém, os custos inerentes desse serviço nem sempre são fáceis de serem visualizados, sendo seus cálculos dependentes de diversos fatores e variáveis. Com isso, esse post visa trazer informações e conceitos importantes que fazem parte da composição do cálculo do frete, para que você possa entender melhor como tudo é realizado, facilitando o entendimento e permitindo que o seu planejamento de transporte seja feito de forma mais eficiente, evitando gastos desnecessários.


Cálculo do Frete
O cálculo do frete é composto por diversos fatores. Dentre eles, é necessário verificar em qual modalidade de transporte sua carga irá se enquadrar. Além disso, o peso, volume, origem, destino, valor da mercadoria dentre diversos outros fatores impactam diretamente no valor do
frete que será cobrado.

A seguir, mostraremos as modalidades de transportes mais utilizadas no mercado, bem como as variáveis que impactam no valor cobrado pelas transportadoras.


Modalidades de Transporte
Dedicada
A carga dedicada, ou então a fechada, é aquela em que o transporte se realiza em praticamente três etapas: Coleta, transferência e entrega. Nesta modalidade, a carga é coletada no fornecedor e entregue diretamente no destinatário, havendo somente a carga do contratante.


Fracionado
O transporte de carga fracionada é aquele no qual as mercadorias ocupam frações da capacidade total do veículo. Neste modelo, as transportadoras consolidam cargas de diversos clientes em um mesmo veículo, visando utilizar ao máximo a capacidade do caminhão. Diferentemente das cargas dedicadas e fechadas, no fracionado, a carga passa por mais etapas, consequentemente, necessita de um tempo maior para ser entregue.


Subcontrato
O subcontrato normalmente ocorre quando há trechos em que a transportadora não possui rotas frequentes, porém, consegue realizar o serviço com transportadoras parceiras. Essa prática é similar a uma terceirização, porém, é a transportadora que se responsabiliza por toda a gestão envolvida no processo.


Redespacho

O redespacho é muito similar ao subcontrato, com a diferença que a transportadora realiza uma etapa do transporte, recolhendo a mercadoria no remetente e contratando uma transportadora para realizar a entrega final da carga. Isso ocorre quando a transportadora não atende a totalidade do percurso, sendo necessário que haja a contratação de outra empresa para finalizar a rota. Esta é um procedimento muito importante para as empresas de transporte, pois permite com que ela faça parceria com outras empresas, permitindo aumentar a sua área de atuação.


Variáveis que impactam no valor do frete:
Distância
A distância é um fator extremamente importante para o cálculo do frete. Quanto maior a distância, maior será o tempo dedicado para a realização do transporte, podendo ser realizados em várias etapas. Esses fatores resultam em um maior trabalho para a transportadora, consequentemente, aumentando seus gastos.


Peso da carga
Os veículos de transporte possuem capacidade limitada. O peso da mercadoria influencia diretamente na quantidade de carga que poderá ser transportada em um caminhão. Além disso, quanto mais peso o veículo transporta, maiores são os desgastes do veículo e seu consumo de combustível. Sendo assim, é um fator crucial para a determinação do valor do frete.


Cubagem
Algumas mercadorias não possuem grandes pesos, porém, ocupam muito espaço no veículo. Dessa forma, mercadorias volumosas ocupam um espaço que poderia ser utilizado por diversas outras cargas que possuem um volume menor, porém mais pesadas. Para corrigir e tornar o cálculo mais justo, é aplicado o que no transporte é chamado de cubagem.


A cubagem visa converter o volume do caminhão em peso. Para isso, diversas transportadoras utilizam o fator de conversão da forma em que uma mercadoria de 300kg é equivalente a um espaço de 1 m³, podendo variar de uma transportadora para outra.
Ou seja: Se sua mercadoria possui 100 kg, mas a sua medida é de 1m x 1m x 1m, a transportadora irá considerar que ela possui 300 kg
De forma geral, para saber a cubagem da sua carga basta fazer a seguinte multiplicação: Altura (m) x Largura (m) x Profundidade (m) x Quantidade de volumes x Fator de conversão (normalmente 300kg).
O peso a ser utilizado será aquele que apresentar o maior valor entre a cubagem e o peso real.


Valor da Nota Fiscal

O valor da Nota Fiscal é importante ao se calcular o frete, pois ao embarcar mercadorias, as transportadoras contratam o seguro para a carga, que são calculados através do valor da nota fiscal. Além disso, dependendo do seu valor, pode ser necessária a contratação do serviço de escolta, que acompanhará o veículo durante todo o percurso, aumentando o
valor que será cobrado pelo frete.


Local de Coleta e Entrega
Podemos dividir o transporte em basicamente 3 etapas: Coleta, transferência e entrega. Porém, em alguns casos, é possível que o cliente entregue a mercadoria na unidade da transportadora. Essa é uma alternativa que traz maior agilidade no embarque das mercadorias. Porém, há casos em que a coleta e/ou entrega sejam de difícil acesso, ou então demandam muito tempo para realização do serviço, tais como fila de espera, agendamento de horário de carga e descarga, locais de difícil acesso para veículos pesados, dentre diversos outros fatores. Nestes casos, normalmente aplicam-se taxas de
dificuldade de coleta ou entrega, comumente chamadas de TDA (Taxa de Dificuldade de
Acesso) e TDE (Taxa de Dificuldade de Entrega). Estes valores variam de empresa para empresa, porém, é algo a ser considerado na composição do frete.


Taxas
De forma geral, além dos valores resultantes do peso da mercadoria e da distância em que ela irá percorrer, o frete ainda pode ser acrescido de algumas taxas, sendo as principais:
● TDA, TDE, TDC e TRT – Taxa de dificuldade de acesso, entrega, coleta e restrição de transito, respectivamente. Serão cobradas quando houverem situações em que há filas de entrega/coleta, serviços fora do horário comercial, locais com restrição de trânsito, dentre outros.
● Taxa de Paletização – É cobrada quando a transportadora é exigida a paletizar a carga quando a mesma vem solta do fornecedor.
● Taxa de armazenagem – É uma taxa cobrada quando o remetente ou destinatário solicita que a mercadoria fique armazenada no galpão da transportadora por um período além do prazo de entrega.
● Gerenciamento de Risco (GRIS) – Taxa cobrada para proteger a carga de furto ou roubo, geralmente aplicado sobre o valor total da nota fiscal.
Desta forma, podemos concluir que o cálculo do frete é composto por diversos fatores, porém, se bem planejado, é possível minimizar os custos.


A Picorelli Transportes está há 90 anos no mercado, prestando serviços ágeis e com qualidade.


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Gestão de Materiais e Logística: Por que fazer?

Já pensou você chegando em sua empresa, para um dia normal de trabalho e não ter papel para imprimir um contrato? E se faltar aquele material que é extremamente importante para a produção daquele pedido enorme que sua empresa recebeu? Esses são apenas pequenos exemplos de problemas que podem ser gerados pela falta de gestão de materiais.

Toda empresa tem necessidades do consumo de suprimentos. Desde materiais de escritório, até insumos e matérias-primas essenciais para a produção. A falta de materiais pode impactar de forma muito significativa nas atividades cotidianas, além de poder gerar grandes perdas e prejuízos para a empresa.

Visando minimizar tais problemas, a Gestão de Materiais tem como objetivo não somente ter a certeza de que todos os materiais estarão disponíveis, mas também a se planejar financeiramente e logisticamente, ajudando a alcançar o tão almejado equilíbrio econômico.

Os 3 Pilares da Gestão de Materiais

Podemos dividir a Gestão de Materiais em 3 principais pilares:

Gestão de Compras:

Assim como a maioria das empresas investem e fazem diversos treinamentos em vendas, o mesmo deve ser aplicado nas compras. A compra de materiais é parte vital para o pleno funcionamento das atividades diárias, além de ter grande impacto econômico nos cofres da empresa.

Para que se tenha sucesso nessa atividade, é necessário que se tenha uma gestão precisa. O momento da compra deve ser estipulado de acordo com a demanda, diversas vezes guiadas pelo estoque da empresa. Estoques baixos geram riscos altos de falta de produtos e insumos, porém, um grande volume estocado gera um custo muito alto de armazenagem para a empresa. É necessário determinar o momento certo para que seja efetuada a compra, visando manter insumos suficientes para o funcionamento pleno e que seja suficiente para suportar a produção até o próximo pedido chegar de fato.

A gestão de compras está diretamente ligada a gestão de estoques e logística, pois é a partir destes dois que será definido o momento ideal de compra, além da quantidade de material que deverá ser adquirido.

Gestão de Estoque:

A gestão de estoque é responsável por manter o estoque necessário para que haja materiais a disposição para uso. Além disso, é necessário um contato muito próximo com os setores requisitantes, pois é através desse alinhamento que será definido o nível ideal de estoque de cada produto, o período em que esse estoque será suficiente e quando deverá ser realizada o pedido de compra.

Diversas empresas utilizam softwares que auxiliam no controle de entrada e saída de materiais, gerando dados precisos da real situação do estoque. Porém, controles sem o uso de softwares também são possíveis. O mais importante é que se tenha o controle de todos os materiais que entram e saem da empresa. Esses dados são fundamentais para que a estratégia de estoque seja bem-sucedidas.

Gestão de Logística e Distribuição:

A gestão de logística e distribuição é responsável por realizar o controle físico dos materiais, estocagem, gestão de armazéns e distribuição. Sendo assim, é de responsabilidade da logística determinar o local de armazenamento, a organização inteligente e endereçamento desses produtos de forma a deixá-los mais acessíveis, visando minimizar tempo de locomoção, transferências e localização. Além disso, também é necessária uma gestão voltada para a distribuição eficiente dos produtos até ao cliente, visando manter sempre a organização dos estoques, separação dos pedidos de acordo com as rotas de entrega, entre outros.

Procedimentos Práticos para implementação

Organizar Produtos

Muitos problemas ocorrem devido à falta de organização do estoque. Isso pode ocasionar perdas de mercadorias, dificuldades na localização e controle, aumentando as chances de erros acontecerem.

Para evitar que isso ocorra, algumas atitudes simples podem ser implementadas:

  • Criar endereços nos estoques e identifica-los visualmente, para que as mercadorias sejam estocadas sempre no mesmo local, facilitando sua localização;
  • Separar os itens por categoria, utilizando etiquetas e código de barras para identificação dos produtos. Isso permite a implementação de registros de forma automática, auxiliando na localização e rastreamento da mercadoria;
  • Definir o local dos produtos de acordo com o tamanho e peso, visando facilitar o manuseio. Não é aconselhável colocar caixas pesadas em locais altos, por exemplo;
  • Manter o local limpo;
  • Fornecer espaço suficiente para que as mercadorias sejam alocadas de forma segura e adequada.

Controle de Estoque

Os materiais que entram na empresa precisam ser controlados. Se houver uma compra de 300 lápis, é fundamental registrar todas as unidades. É o registro que irá mostrar a fotografia da quantidade disponível de determinado material naquele momento. Caso não haja esse registro, ou ele seja feito de forma equivocada, haverá risco inerente de falta de material e/ou compra em excesso, gerando prejuízos financeiro.

O controle de estoque, quando bem realizado, auxilia na definição do momento e na quantidade correta a ser comprada, gerando impactos positivos não só financeiramente, mas também na produtividade e execução das tarefas de toda a empresa, pois diminuiria muito as ocorrências de faltas de insumos e compras emergenciais com valores sabidamente mais altos.

Planejamento de Compras

A compra de materiais é algo indispensável em qualquer empresa. É ela que fornece insumos para produção, materiais para uso diários, dentre tantos outros. Para que seja executada de forma eficiente, é importante que haja um planejamento. Para isso, precisamos levar em consideração alguns fatores: O primeiro é o nível de estoque. Através dele que será indicado quando e quanto comprar. Em segundo lugar, é necessário que haja um planejamento financeiro. Fatores como prazo de pagamento, dia de vencimento e etc. são importantes para que os gastos sejam controlados e estejam de acordo com o capital disponível pela empresa. Por último, é necessário o planejamento de espaço físico para recebimento e armazenamento da mercadoria. Falhas nesse ponto podem ocasionar a recusa de entrega, comprometendo as atividades da empresa.

Relacionamento com Parceiros

O bom relacionamento com clientes e fornecedores é uma prática que gera grandes benefícios. Um relacionamento transparente e justo ajuda na negociação de prazos, vencimentos, além de poderem ser fundamentais na participação da solução situações não programadas, sem comprometer a credibilidade de sua marca.

Atividades do profissional de Gestão de Materiais

O profissional que atua na Gestão de Materiais, de forma geral, atua no controle, armazenamento e distribuição dos materiais, como:

  • Seleção de fornecedores;
  • Controle de estoque, gerindo entrada e saída de materiais;
  • Emissão da ordem de compra;
  • Definição de estoques mínimos e máximos;
  • Realização de inventário;
  • Gerenciamento dos Almoxarifados

Importância da Logística na Gestão de Materiais

O Brasil é um país com proporções continentais. Com isso, nem sempre o seu fornecedor ou cliente estará próximo de onde você está localizado. Além do tempo gasto na produção, é necessário levar em consideração o tempo que será necessário para que a mercadoria seja transferida do seu fornecedor até a sua empresa ou até ao cliente. A escolha de uma transportadora que possua experiência no mercado, prazo e qualidade no serviço prestado é algo fundamental para auxiliar em uma gestão de materiais eficiente. Com isso, evita-se a necessidade de contratação de transportes de última hora, gerando maiores gastos para a sua empresa. Porém, nessa escolha, é importante que a transportadora, além de enviar cargas em um prazo que atenda a necessidade de sua empresa em situações normais, também ofereça o serviço de transporte expresso e dedicado, garantindo que tanto as vendas de mercadorias, quanto compras de suprimentos, sejam entregues em um curto período de tempo, mesmo em situações em que ocorram problemas inesperados.

Seja em situações cotidianas, ou em momentos em que há urgências de entregas, nós, da Picorelli, estamos preparados para oferecer tanto o transporte dedicado, quanto o fracionado, garantindo qualidade, agilidade e segurança para suas cargas. Ficou interessado? Entre em contato conosco!



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