Moradores de Belo Horizonte aguardam por reforma do Anel Rodoviário

24/ 05/ 2019

Na edição em que comemora 30 anos, Bom dia Minas mostra os problemas de trânsito na capital.

É perceptível o aumento do número de carros nas ruas de Belo Horizonte e da Região Metropolitana. Nos últimos dez anos, a quantidade de pessoas aumentou cerca de 4,5%, enquanto a frota de veículos cresceu mais de 80%. São muitos carros e congestionamento, mas pouco investimento no transporte público.

Uma das maiores esperas na cidade é uma reforma no Anel Rodoviário, uma vez que os 27 km da rodovia são recordistas em acidentes. Construído há mais de 50 anos, ele não atende mais às necessidades da população. De acordo com especialistas, é preciso construir um rodoanel, para separar o fluxo da cidade e o da rodovia.

“Por falta dessas políticas ele, aos poucos, foi se transformando em uma válvula de escape para movimentos típicos de avenidas, de vias expressas. Hoje nos conhecemos pessoas que vão se deslocar 1 km do local de trabalho para casa e pegam o anel. Naquele momento aquela pessoa está se confundindo num propósito de viagem curta com uma viagem de longa distância em três grandes rodovias brasileira”, explicou Paula Resende, especialista em logística e transporte.

Já a quantidade de carros nas ruas aumenta a cada dia mais. Em 2018, já eram quase 2 milhões de veículos na capital, segundo o observatório da mobilidade urbana, sendo 80% de carros e 12% de motos.

Entretanto, por falta de opção, muitas pessoas ainda dependem exclusivamente do transporte coletivo. A estudante Joyce do Nascimento Silva contou que passa mais de três horas do dia dentro de um ônibus e tem um gasto diário de mais de R$15.

“A gente vê sempre aumentando a passagem, mas o transporte em si não melhora”, explicou.
Apesar dos problemas, novas tecnologias surgiram com o passar do tempo, como o Siu Mobile, aplicativo da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) lançado em 2015, que mostra a previsão de chegada dos ônibus e os semáforos com aviso sonoros para deficientes visuais e idosos.

Quem entende do assunto diz que para resolver o problema de mobilidade preciso de investimento a longo prazo, criatividade e vontade.

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O que é B2B?

As expressões B2B e B2C determinam o tipo de cliente para o qual um produto ou serviço é destinado. No caso do B2B (Business to Business), as transações são feitas entre duas empresas. Ou seja, uma empresa que presta serviço ou vende algo para outra. Já o B2C (Business to Commerce) a venda é feita para o consumidor final, tendo como objetivo apenas o consumo. 

Para o modelo B2B pode-se definir como um negócio de empresa para empresa, em que uma é o fornecedor e a outra é o cliente. O principal fator que difere o que é B2B do modelo B2C está justamente no tipo de cliente que adquire o produto ou serviço. A escolha entre B2B ou B2C é de extrema importância, pois determina ainda quais serão as estratégias adotadas para estabelecer um relacionamento com os clientes e aumentar as vendas. 

Quando se trata do transporte, podemos encontrar algumas diferenças para as empresas que trabalham com um tipo de modelo ou com o outro. 

  • Os transportes em B2B geralmente ocorrem levando-se em consideração um certo nível de “urgência” para atendimento aos clientes. Isto ocorre devido a possibilidade da entrega do pedido dentro do prazo ser um requisito para que a produção do cliente não seja interrompida por falta de materiais. A modalidade business to business possui uma tendência para pedidos maiores no formato de lotação. Porém, entende-se também que o transporte de cargas fracionadas para o B2B possa ser uma modalidade interessante para que as empresas facilitem os processos de entregas, ainda mais com cargas que não ocupam todo espaço do veículo. Isso facilitará o sistema de distribuição de suas mercadorias de modo a reduzir os seus respectivos custos e mantendo-se toda a qualidade e segurança necessária. Vale lembrar que uma das mais relevantes vantagens do transporte de cargas fracionadas refere-se aos custos dos fretes nessa modalidade, que por sua vez, costumam ser mais em conta dado que os mesmos são divididos entre os clientes que estão sendo atendidos, diminuindo assim, os custos das operações.
  • Os transportes em B2C trabalham, na maioria das vezes, com cargas de pequeno porte e em maior número. Este fato torna possível o aproveitamento da melhor forma a capacidade da frota, destinando mais de um veículo para a realização das entregas. Dessa forma, os fretes podem ser diferenciados em fracionados ou enquadrados na modalidade lotação, ambos buscando a forma mais eficaz para a otimização da operação. 

Devido a estas diferenças, não podemos definir um modelo de transporte “único” que seja o ideal para cada um destes dois tipos de atendimento. No caso dos modelos B2B, em cada tipo de negócio existem particularidades relacionadas ao tipo de produto, atendimento, demanda, especificações técnicas e necessidade de reposição que deverão ser levados em consideração no momento da opção do tipo de transporte. Por sua vez, o modelo B2C, apesar de ter uma tendência para atuação com modelos de transportes fracionados, também poderá optar por transportes via lotação de acordo com as especificações do transporte a ser realizado.

A Picorelli Transportes possui foco no atendimento ao mercado B2B. Se sua empresa precisa de prazo e comprometimento, veja nossas cidades atendidas pelo nosso site e entre em contato! 

Fonte:

BSOFT, Confira o que é o modelo de distribuição B2B e suas especificações; Disponível em: https://bsoft.com.br/blog/distribuicao-b2b/Acesso em 02 de maio de 2021



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